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terça-feira, 19 de outubro de 2010

VI Semestre



No eixo VI do curso de Pedagogia EAD- UFRGS, estudei as interdisciplinas: Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia II, Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais, Filosofia da Educação, Questões Étnico-Raciais na Educação: Sociologia e História,
Seminário Integrador VI. Ao concluir mais este eixo, com certeza muitas aprendizagem se realizaram e puderam acrescentar na minha atuação como docente.

Na interdisciplina de Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia II, fizemos uma retrospectiva de algumas atividades realizadas em Psicologia I, estudamos, e utilizamos como apoio o texto Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos. De acordo com o conceito de ação para a Epistemologia Genética, fizemos leituras de textos de Fernando Becker, de Piaget, da professora Tânia Marques, da professora Jaqueline Picetti,entre outros. Refletir sobre na construção da moral feita pela criança é desafiador, pois modifica a visão inicial da violência e agressividade. Na maioria das vezes os alunos são somente sancionados e ponto. A escola precisa dar importância no respeito ao processo de desenvolvimento moral (heteronomia e autonomia.)
Na interdisciplina Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais trabalhamos e criamos um espaço chamado Dossiê de Inclusão, http://dossiedeinclusaoalinevl.pbworks.com/ onde registrei um estudo de caso. Também realizei várias leituras, assisti a vídeos. Foi uma das interdisciplinas pela qual obtive muita identificação, por trabalhar na área de educação especial com alunos com deficiência mental.
Na interdisciplina de Filosofia e Educação, realizamos trabalhos para aprender a argumenta e analisar conceitos a partir de leituras de textos. assisti o Filme: O Clube do Imperador, o qual gostaria de destacar. O filme mostra a história de um professor em uma escola tradicional. Onde o professor passa por um grande conflito moral, durante a correção das provas que classificarão três alunos para a final do concurso “Senhor Júlio César” um concurso tradicional daquela escola.
Questões Étnico-Raciais na Educação: Sociologia e História, gostei muito desta interdisciplina,me fez refletir profundamente. A primeira atividade realizada tinha como titulo “eu e os outros”, tínhamos que falar de sobre nossas características físicas e psicológicas. Realizamos entrevistas com alunos. Elaboramos um mosaico étnico-racial.
No seminário integrador, continuamos com a elaboração dos P.AS elaboramos resumo de textos.
Terminei este semestre novamente com alegria por mais uma etapa concluída, onde tanto esforço para realizar as atividades foram necessários. E com a felicidade de ter podido aprender mais, aprimorando assim minha bagagem de conhecimentos.

V Semestre



No quinto semestre do curso de Pedagogia, trabalhamos com Interdisciplinas: Projeto Pedagógico em Ação, Organização do Ensino Fundamental, Organização e Gestão da Educação, Psicologia da Vida Adulta e Seminário Integrador V.
Na interdisciplina de Projeto Pedagógico em Ação, realizamos fórum sobre Projetos de Aprendizagem, fizemos leituras sobre o assunto. Depois, em grupo desenvolvemos um P.A. Fizemos um P.A, sobre:”Por que atualmente as crianças apresentam um comportamento tão agressivo?”http://peadatitudes.pbwiki.com/. Aqui reporto a minha autoavaliação sobre a realização do projeto.
No decorrer da elaboração do Projeto de Aprendizagens, obtive diversas aprendizagens significativas, não somente sobre o assunto pesquisado, mas também em outras áreas do conhecimento. Trabalhar em grupo geralmente não é uma tarefa fácil, pois são muitos olhares sobre o mesmo ângulo, porém isso amplia nossas capacidades, pois além de aprendermos sobre o conteúdo temos que ter entendimento no grupo, cooperação, paciência, boa vontade e participação de todos os componentes, para que o trabalho desenvolvido seja proveitoso.
Ressalto que este trabalho, é um dos poucos realizados em grupo que teve um bom andamento, salientando a participação de todos os seus componentes na construção do mesmo, em busca de informações, de cooperação e o comprometimento das colegas. Com a participação efetiva de seus membros, as trocas tornaram-se ricas e muito importantes. Desde o início criamos a página de bate-papo, o que facilitou a nossa interação, além da troca de e-mail e uma reunião presencial para debatermos a respeito do PA, todo o material e andamento do trabalho ficaram bem organizados em nosso wiki, concentrado em só ambiente, pois sabemos que a maior dificuldade nestes trabalhos, na maioria das vezes é falta de disponibilidade de horários compatíveis para os membros e os diferenciados ambientes virtuais. Também a participação e interação de todas as colegas do grupo, da tutora Maxi e do professor Leonardo, que incentivaram, dando idéias para aprimorá-lo... Foram de suma importância!
Participei e realizei todas as combinações feitas com o grupo: entrevista, pesquisa, leitura, discussão... O grupo como um todo foi efetivo, o que resultou em uma ótima experiência de aprendizagem, baseado nas diversas pesquisas realizadas.
Na interdisciplina Organização Fundamental, realizamos muitas leituras, fóruns, analisamos o PPP de nossas escolas. Discutimos muito sobre democracia.Temos norteadores em nossa gestão democrática, que é o Regimento Escolar., o Projeto Político Pedagógico(PPP) ,Conselhos Escolares, Círculo de Pais e Mestres ( CPM) , e toda comunidade escolar, que tem o papel ou deveria ter de fiscalizar, deliberar, avaliar todas as questões que fazem parte da escola, para que possam questionar e aprimorar todo o processo de gestão.Sabemos da grande importância que o PPP e Regimento Escolar para a prática escolar, pois através destes documentos a escola tem suas ações descritas, porém também sabemos que muitas comunidades escolares os desconhecem e não os colocam em prática. Ainda é importante ressaltar, que os mesmos precisam ser revisados para ver se estão de acordo com o que a escola pretende neste sentido. Portanto o PPP é o caminho mais significativo de autonomia e da escola e dos professores. E deve estar em comunhão com o Regimento Escolar. Na interdisciplina Organização e Gestão,trabalhamos com linha do tempo, estudamos as constituições,estudamos sobre os profissionais da educação, sobre a Educação Nacional e Sistemas de Ensino, sobre as Diretrizes Curriculares. Como Trabalho com alunos com necessidades especiais, alunos com deficiência mental em uma escola estadual que fica no município de Montenegro, decidi pela Resolução CNE/CEB nº,2w, xedqs2x2 2/2001, de 11 de setembro de 2001Institui Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Foi bastante interessante ter conhecimento das leis sobre a educação.
Na interdisciplina Psicologia da vida Adulta, participamos de fóruns ,estudamos a Vida Adulta segundo Erikson, criamos um Projeto em grupo sobre http://projetomedodenvelhecer.pbworks.com, foi um trabalho de bastante pesquisa, troca e leitura.
Fizemos o fechamento com o portfólio de aprendizagens aprendizagem.
Foi um semestre como os demais, muito produtivo em questão de conhecimentos, mais uma etapa vencida.

IV Semestre



Durante este semestre do curso de Pedagogia à Distância da UFRGS, desenvolvemos atividades realizadas nas Interdisciplinas: Representação do Mundo pela Matemática, Representação do Mundo pelas Ciências, Representação do Mundo pelos Estudos Sociais e Seminário Integrador IV.
Na interdisciplina de matemática tivemos como ambiente virtual um wiki individual e um coletivo, onde postamos nossos trabalhos. Foram inúmeros trabalhos realizados passando de um total de vinte. Os principais conteúdos desenvolvidos foram jogos, classificação, seriação, números e operações forma e espaço. Vimos a importância do trabalho com o uso de materiais concretos. Realizamos tarefas sobre frações, geometria gráficos, procurando atividades que envolvem jogos para desenvolver os conteúdos trabalhados.
Na interdisciplina de Ciências, realizamos várias atividades na práticas com as crianças. Atividade sobre as sombras, também foi muito interessante, pois os alunos trouxeram vários exemplos de suas vivências para compartilhar em grande grupo. Gostei muito de ter assistido o vídeo balance
Na interdisciplina Estudos Sociais, iniciamos fazendo uma reflexão sobre como foi o nosso aprendizado enquanto estudantes em Estudos Socias na escola.
Vejo que pouco se pensava no aluno e na sua realidade, na sua bagagem como indivíduo inserido em contexto histórico, que ocupa um espaço em uma sociedade, que faz parte de uma história. Com certeza não havia um planejamento, as aulas seguiam as páginas do livro. Fiquei pensando o que de minha experiência como aluna seria positiva e o que trouxe para a docência desta etapa e percebo que foi pouca a coisa, pois não tínhamos nada de prazeroso, de novo era sempre o nosso amigo livro.
O planejamento é necessário o guia norteador, dele parte todas as questões que seguem no dia-a-dia de nossa aula, na realidade de nossos alunos. Então, como professora, educadora preocupo-me em trazer meus alunos para a realidade, formar cidadão crítico e atuantes, questionadores, curiosos, observadores de sua própria realidade trabalhando com temas atuais e recentes, o jornal é uma fonte que nos traz uma rica e inesgotável possibilidades de trabalhos informações das quais podemos explorar: localização, tempo e espaço enfim podemos trabalhar história e geografia com uma simples notícia.
Em Seminário Integrador, trabalhamos sobre a importância da realização de perguntas.
Foi mais semestre de crescimento pessoal e profissional, e também de muitos desafios.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

III Semestre



Neste semestre do curso de Pedagogia à distância da UFRGS, foram trabalhadas as Interdiscplinas: Artes Visuais, Literatura Infantil e Aprendizagem, Ludicidade e Educação, Música na Escola, Seminário Integrador III e Teatro e Educação.
Na interdisciplina de Artes realizamos projeto de aprendizagem em grupo, “De onde Viemos e para onde Vamos”. Ao iniciar esta interdisciplina fiquei muito apreensiva, pois ainda tinha aquela velha concepção da educação artística que aprendi na escola, que por sinal detestava, com meus alunos sempre tentava levar atividades diferentes nesta área esta interdisciplina foi muito válida, pois trouxe novos paradigmas quanto aprendizagem das artes no âmbito escolar, aprendi e interagi com meus alunos , podendo trabalhar em sala de aula com atividade mais diversificadas.
Na interdisciplina de Literatura, trabalhamos com contos, parlendas, poesias,podendo estabelecer relações com a vivencia dos alunos.Com isso, também reavivei o gosto por trabalhar com diferentes gêneros em sala de aula e fazer com que os alunos trabalhassem os conteúdos de outra forma , fugindo do tradicional, inovando o imaginar, sonhar fez parte deste aprendizado.
Na interdisciplina de Ludicidade, trabalhamos a importância do brincar em sala de aula, o jogo de faz-de-conta infantil, a diferença entre brinquedo e brincadeira, realizamos leituras Uma experiência marcada pela ludicidade pode ser significativa, pois através do brincar podemos também aprender, aprender a enfrentar situações a elaborar estratégias, a achar soluções para os problemas que farão parte da vida adulta. Quando o indivíduo brinca relaciona-se com o mundo e com isso aprende. Com isso, percebo a importância de deixar os alunos brincaram livremente também.
Na interdisciplina de Música, pude perceber e confirmar o poder que a música exerce no nosso aprendizado.A música nós acompanha, então podemos chamá-la de companheira. E como diz o ditado “quem canta seus males espanta”. Então Música...Música...Música...
No Seminário Integrador, aprendemos a perceber sobre argumentos e vidências.
Na interdisciplina de Teatro aprendi que todas as pessoas são capazes de atuar no palco e improvisar. Aprendemos através da experiência, por isso é preciso experenciar, penetrar no ambiente envolver-se total e organicamente com ele. O talento pode ser conseguido através da prática, a arte não é um dom!
As interdisciplinas tornaram deste eixo foram muito divertida, dinâmicas e práticas.

II Semestre


As interdisciplinas trabalhadas neste eixo foram: Desenvolvimento e Aprendizagem sob o Enfoque da Psicologia; Escolarização, Espaço e Tempo na Perspectiva Histórica; Fundamentos da Alfabetização; Seminário Integrador II e Infâncias de 0 a 10 anos.
Revendo minha trajetória neste curso (Pedagogia), noto o grande crescimento que obtive durante este período. Refletindo e relendo sobre as postagens realizadas em blog de aprendizagens realizadas no primeiro semestre de 2007. Vejo como aprimorei minhas produções, minhas ideias, minhas produções...
Cada interdisciplina do curso adicionou conhecimentos. A interação com os colegas, professores e tutores continuaram a propiciar muitas trocas, vários trabalhos em grupo foram realizados.
Na interdisciplina de psicologia, um dos estudos que chamou bastante minha atenção foi a entender a fase do desenvolvimento afetivo, realizamos observação de crianças em uma das fases, foi um trabalho muito interessante. Lemos bastante sobre Freud.
Na interdisciplina de Escolarização, estudamos sobre a infância, escrevemos sobre verbetes.
Na interdisciplina de Fundamentos da Alfabetização, aprendemos a diferenciar e a definir alfabetização letramento . Fizemos leituras de Magda Soares,Leitura do livro “Psicogênese da Língua Escrita”, Emília Ferreiro e Ana Teberosky., estudamos a diferença entre método analítico e global na alfabetização realizamos relatos de testes aplicados
De acordo com Soares (2001) “pode-se assim afirmar que, letramento é a condição de quem interage com diferentes portadores, gêneros, funções e tipos de leitura e escrita na vida.” A importância de diversificar o uso de diferentes gêneros de textos para trabalhar a leitura e a escrita em sala de aula ressalta as intenções do letramento.
Assim, o que aprendi neste eixo apliquei em minha pratica pedagógica, procurando aprimorar cada vez mais as aulas e o aprendizado dos meus alunos.

REFERÊNCIAS:

SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros (texto fornecido durante o PEAD a partir da síntese dos capítulos 1 – O que é Letramento? e 2 – O que é Letramento e Alfabetização? Autêntica: Belo Horizonte, 2001

I Semestre


Fazer um curso em uma boa faculdade era um sonho. Muitas vezes pensei que seria impossível, pois já havia tentado e não conseguia manter os custos de uma. Entrar para a pedagogia da UFRGS foi um sonho realizado. No segundo semestre do ano de 2006, foi o início da minha vida acadêmica enquanto aluna da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Havia trancado curso de Pedagogia na FEEVALE, pois tive um bebê em fevereiro desde mesmo ano. Quando soube através da minha irmã, que a UFRGS estava promovendo um vestibular para o curso de Pedagogia, porém pensei em não fazê-lo, pois acreditava ser muito difícil passar neste processo seletivo.
No entanto, fui aprovada e hoje estou concluindo o curso de Pedagogia à Distância.Inicie o curso com muitas expectativas. Lembro que na nossa primeira atividade tínhamos contar um pouco da nossa história pessoal e profissional. Falar maneira de dizer, pois na verdade tínhamos que digitar, já estava entrando no mundo virtual, criando o nosso primeiro blog.
No início o uso das tecnologias parecia um bicho de sete cabeças, pois não tinha conhecimentos nesta área. Precisei enfrentar muitos desafios e aprender a iniciar uma alfabetização digital. Não tinha jeito tinha que enfrentar, mas não desisti enfrentei e aprendi muito.
Consigo me reportar ao passado e lembrar de muitas horas de estudo madrugadas adentro, descobrindo e aprendendo muito, tanto com as disciplinas em si como no uso das tecnologias, do mundo virtual. Estava deixando de ser uma analfabeta digital, começa a fazer parte de um outro mundo ainda desconhecimento por mim. Não foi nada fácil administrar essa nova etapa em minha vida com filho pequeno casa marido...
O primeiro semestre foi muito intenso, foi uma verdadeira maratona mo que diz respeito à proposta da EAD.
No curso tivemos conteúdos específicos, apropriação tecnológica e interação com diferentes professores, tutores e colegas.
No 1º semestre de 2006/2, realizamos atividades referentes a quatro Interdisciplinas: Seminário Integrador I, Escola, Cultura e Sociedade, Escola, Projeto Pedagógico e Currículo. Educação e Tecnologias da comunicação e Informação (TIC’s), .
Em cada uma delas aprendemos muitas coisas significativas a nossa prática.
Esta foi a disciplina do curso que mais solicitou atividades durante o semestre.Na ESC, além fazermos o uso das tecnologias e explorar as ferramentas tecnológica a qual aprendemos na interdisciplinas de TICS, aprendemos também a refletir sobre a educação da escola pública.
Realizamos estudos sobre Marx, weber, Durkheim, Saramago, Freire, Arroyo, Libâneo, entre tantos outros. Identificamos as ideias dos pensadores, através da leitura de textos entre tantas outras inúmeras atividades.
Muitas leituras de Paulo Freire deixaram marcas, transcrevo uma postagem realizada em meu blog nesta época. Segundo Freire, "Por isso é que, na formação permanente dos professores, o momento fundamental é o da reflexão crítica sobre a prática. É pensando criticamente a prática de hoje ou de ontem que se pode melhorar a próxima prática." (FREIRE, 1996, pg. 44).
Refletindo, vejo que este curso-Pedagogia, é uma oportunidade que nós, professores estamos tendo para interagir e trocar nossas experiências, a fim de que possamos aplicar e adequar as nossas práticas diárias, buscando sempre a melhor forma para fazer com que nossos alunos obtenham sucesso no processo ensino e aprendizagem.
Gostei de ter participado desta wikistória foi muito bom, apesar de algumas complicações iniciais. Trocar idéias e experiências com os colegas é fascinante, é mais um ambiente no mundo das tecnologias, e uma novidade para mim, pois não conhecia o ambiente.
Mesmo com o pouco tempo que tive para explorar, pude perceber que as redes se formam e as idéias aparecem, é uma loucura de informações.
Com as leituras e reflexões, vejo que na minha prática docente muitas das citações de Freire aparecem, pois procuro trabalhar com meus alunos respeitando e valorizando seus conhecimentos prévios e assim estabelecendo caminhos a serem trilhados, definindo os saberes a serem explorados, respeitando suas individualidades.
Como Freire,” escola, o dever de não só respeitar os saberes com que os educandos, sobretudo os das classes populares chegam a elas - saberes socialmente construídos na prática comunitária.? É com este pensamento que conduzo a minha prática pedagógica, fazendo com que os alunos sejam capazes de transformar o contexto no qual estão inseridos..
Acredito que aprendemos muito neste início com todas estas leituras e atividades, com as trocas de opiniões com colegas e professores e que isto refletirá na prática com os alunos em nosso cotidiano de sala de aula.

REFERÊNCIAS:

FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. 25ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996. (coleção leitura).

segunda-feira, 12 de julho de 2010

A importância do afeto

Durante toda minha prática pedagógica, venho confirmando a grande relação com a aprendizagem e a afetividade dos alunos (emocional).
Muitos dos problemas ocorridos em sala de aula e em nossas escolas vêm de situações socioafetivas e muitas vezes provêm da primeira instituição social, que é a família.
Nós como professores precisamos estar atentos as manifestações dos nossos alunos. Às vezes precisamos fazer verdadeiras acrobacias para descobrir alternativas para encontrar as peças que faltam...
Wallon nos diz: “A educação da emoção deve ser incluída entre os propósitos da ação pedagógica, o que supõe o conhecimento íntimo do seu modo de funcionamento”
Criando vínculos afetivos, com a educação emocional dos alunos, podendo assim ocorrer um comprometimento mútuo entre aluno e professor, sendo que nisto deve ser respeitado a individualidade de cada um.
Devemos saber lidar com as emoções, pois estas fazem parte do nosso cotidiano. Trabalhei muito sobre as relações afetivas e sociais, as interações entre os alunos, durante o meu período de estágio Curricular, no qual desenvolvi o projeto: ”O Sujeito e o mundo: minha identidade”
Para estimular e desenvolver nos educandos a noção de respeito mútuo, coleguismos, respeito a regras de convivências, a apropriação de atitudes de solidariedade... assim assumi o papel de professor mediador deste processo, buscando junto aos alunos a melhora na autoestina, autonomia e autoconhecimento. Facilitando com isso também a aprendizagem de conhecimentos acadêmicos

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Interação entre aprendizado e desenvolvimento

Vygotsky (1984) pontua que o desenvolvimento se dá pela aprendizagem, quanto mais se aprende, mais se desenvolve assim a interação com os demais é essencial.
Vygotsky (1984) traz como questão central a aquisição de conhecimentos pela interação do sujeito com o meio, identificando dois níveis de desenvolvimento: um real: já adquirido ou formado, que determina o que a criança já é capaz de fazer por si própria, um potencial, que é capacidade de aprender e entre esses dois níveis está esta a zona do desenvolvimento proximal: a distância entre aquilo que a criança faz sozinha e o que ela já é capaz de fazer com a intervenção, a potencialidade de aprender que não é a mesma para todos. Durante o meu estágio desenvolvi as atividades baseada na zona de desenvolvimento proximal dos alunos. Sendo a escola um espaço educativo, deve sustentar relações de respeito ao indivíduo, sem perder a noção do coletivo, através de trabalhos que envolvam a todos. Vygotsky (1984) considera que o educando é um sujeito ativo e interativo no seu processo de conhecimento, já que não é visto como aquele que recebe passivamente as informações, tampouco aprende sozinho, mas nas relações que estabelece em seu meio social. A interação social é de suma importância para o desenvolvimento humano. Penso que os professores poderiam estar mais atento a isto e trabalhar com esta questão em sala de aula, facilitando assim o aprendizado. O conceito de zona do desenvolvimento proximal nos permite a compreensão da dinâmica interna do desenvolvimento individual. Assim procurei durante este período de trabalho elaborar estratégias pedagógicas que auxiliassem este processo. Realizando trabalhos em grupo, com o objetivo de cultivar nos alunos: o respeito às regras de convivência; atitudes de responsabilidade; formação de vínculos afetivos; a apropriação de atitudes de solidariedade; a interação com colegas; e a cooperação em diferentes situações cotidianas. Nas diversas atividades propiciadas aos alunos, primei pela autonomia dos mesmos, sempre respeitando seus ritmos e individualidades.

Referências:
VYGOTSKY, Lev. A formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, 1984.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

EAD- Um Grande desafio

Semana passada saiu no Jornal Zero Hora uma reportagem intitulada, Guia de Educação à Distância.
Ao ler a mesma me reportei ao início do curso EAD. Quando iniciei minha formação, não tinha idéia do que me esperava pela frente.
A demanda de um curso á distância é bem maior do que o de um curso presencial pode afirmar isso, pois já estive em presencial.
Segundo, Franco “os cursos á distância não servem para quem não tem tempo”.Realmente tenho que concordar, o meu tempo tornou-se escasso, é preciso muita disciplina, garra e força de vontade para permanecer na batalha. São muitas horas de estudo, muitos trabalhos a serem realizados. E todos precisam ter qualidade.
Procurei um curso à distância pelo fator financeiro e tive mais sorte que juízo, pois encontrei o EAD da UFRGS. E também porque tinha como visão inicial de que teria mais tempo disponível.
A ideia de que em um curso a distância estudaria bem menos me agradava, teria mais tempo para a família, pois já trabalho quarenta horas semanais.
Logo no início da formação percebi que estava enganada, a carga de estudos é enorme, a dedicação e disciplina precisam ser grandes aliadas.
Minha caminhada pela qualificação profissional esta quase no fim, mas já posso dizer que a fiz com bravura.
Para chegar até aqui, algumas coisa foram são necessárias. É essencial não confundir a flexibilidade de horários, a autonomia para a realização das tarefas com falta de aprendizado e responsabilidade com os estudos. Pelo contrário este curso não é moleza a exigência do mesmo às vezes chega a ser sobre natural.
É preciso ter autonomia na busca das aprendizagens, construindo conhecimentos desenvolvendo habilidades e competências antes adormecidas.
Eu Já aprendi muito e ainda estou aprendendo. exemplo disso é a minha alfabetização digital, a qual teve início juntamente com meu curso à distância.
Sabemos que ainda existem alguns cursos que desqualificam a modalidade, mas que o MEC já vem tomando providências quanto a isso.
Espero que a ideia errônea de que a Educação à Distância não forma excelentes profissionais deixe de existir, pois posso dizer que com tantas aprendizagens consolidadas durante esta caminhada no curso de Pedagogia, EAD da UFRGS, tenho uma ótima qualificação profissional, pois estive e ainda estou cercada de excelentes mestres muito bem qualificados.

Referências:
FRANCO, Sérgio Roberto Kieling. Guia de Educação à Distãncia. Zero Hora. Porto Alegre, p. 1, 8, 17 de jun, 2010.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Reta final

Hoje foi meu último dia de estágio. Como passou rápido!
Muitas aprendizagens se concretizaram. Colocar em prática os conhecimentos aprendidos durante o decorrer do curso trazia certo medo, muitas expectativas, ansiedade... por fim a concretização da ação pedagógica alcançada com empenho e sucesso.
Ensinar exige comprometimento (FREIRE, 2003, p.96), por isso se faz necessário que o nosso discurso de aproxime o máximo possível de nossas ações. Muitas vezes, é necessário interpretar o que se passa no espaço escolar como nossos alunos, levando em consideração uma série de fatores que não cabem a escola acatar.
Busquei trabalhar com meus alunos a pedagogia centrada na autonomia dos mesmos, trazendo experiências estimuladoras da decisão, da responsabilidade, ou seja, experiências respeitosas da liberdade. A liberdade ao ritmo de cada um. Instigando os alunos a construírem novos saberes, estimulando a curiosidade, a percepção dos fatos, das coisas, dos acontecimentos, respeitando e aproveitando as suas vivências para tornar os aprendizados significativos e prazerosos.
Para tornar esta prática efetiva em todos os momentos, precisei refletir e reavaliar a minha prática docente a cada dia, semana... Não tendo absoluta certeza de minhas próprias certezas, buscando inovar, mediar e facilitar sempre.
O período de estágio foi uma grande experiência que ficará registrada na forma de mais um aprendizado significativo.
Procurei criar para alunos as mais diversas oportunidades de aprendizado, “[...]ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para sua própria produção ou a sua construção" (FREIRE, 2003, p. 47).
Ao término deste período tenho a feliz sensação de missão cumprida com empenho, dedicação e muito esforço.

Referências:
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia - saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 2003.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Aprender também deve ser prazeroso

Usando a poesia, os poemas, as histórias, as fábulas ...como incentivo à alfabetização. Na minha prática em sala de aula todos estes recursos costumam ser meus aliados no processo de ensino-aprendizagem .
Proporcionando atividades significativas de leitura e escrita, fazendo relação com objetos culturais com funções sociais.
Teberosky e Colomer enfatizam que a presença de objetos escritos na sala de aula e a atitude do professor que facilita e orienta sua exploração favorece as atividades de escrever e ler, mesmo antes de as crianças poderem fazê-lo de forma convencional.
São muitas as formas de desenvolver as atividades e o mais interessantes é que podemos extrapolar a sala de aula. Este aspecto é muito importante, para não nos limitarmos às quatro paredes da sala de aula e perdemos tantas coisas ricas para a aprendizagem que estão no meio.
O trabalho com as poesias proporciona um grande incentivo a leitura e escrita. Através desse recurso explorei com os alunos a produção de rimas já existentes nas poesias e rimas inventadas pelos alunos, fizemos produções artísticas materializando as poesias.
Aprendemos os mais diversos conteúdos de forma gostosa e agradável, além tornar todos estes trabalhos em experiências de aprendizagens que com certeza não serão esquecidas.

Referências:
TEBEROSKY,Ana; Conomer, Teresa. Aprender a ler e a escrever: uma proposta Construtivista. Porto Alegre: artmed,2003. tradução Ana maria neto Machado.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Estágio

Esta semana vou relatar um pouco sobre a minha prática de estágio. Tenho aprendido e aprimorado meus conhecimentos tanto como docente quanto como aprendiz. Dantas (1992), a respeito de Wallon, já escreveu: A consciência afetiva é a forma pela qual o psiquismo emerge da vida orgânica: corresponde à sua primeira manifestação. Pelo vínculo imediato que instaura com o ambiente social, ela garante o acesso ao universo simbólico da cultura, elaborado e acumulado pelos homens ao longo da sua história. Desta forma é ela que permitirá a tomada de posse dos instrumentos com os quais trabalha a atividade cognitiva. Neste sentido, ela lhe dá origem (p. 85-86).
Tenho como objetivo que os alunos respeitem a si próprios e ao próximo, ressaltando sentimentos como : o amor, a amizade, afeto, solidariedade, não preconceito.Estou trabalhando bastante a afetividade com os alunos.
E além da dimensão afetiva, também tenho aproveitado todas as atividades desenvolvidas dentro de sala de aula para trabalhar os aspectos cognitivos de maneira agradável e prazerosa .Respeitando o ritmo próprio de cada um, proporcionando ações que estimulem e aprimorem este ritmo. Quero que os alunos possam estar refletindo sobre seus próprios conhecimentos.
A riqueza de cada aula me faz refletir sobre a prática pedagógica diariamente, buscando incansavelmente soluções para algumas questões que fogem ao alcance educacional e ficam somente no âmbito social e familiar.
Tenho procurado potencializar o crescimento dos alunos enquanto sujeitos atuante, inseridos em um contexto com vivências experiências diversificadas.
Realmente a cada semana que passa muitas aprendizagens são realizadas de forma significativa tanto para os alunos como pra mim.

LA TAILLE, Y.; OLIVEIRA, M. K.; DANTAS, H. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. 13. ed. São Paulo: Summus, 1992.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Planejar sempre

O planejamento é imprescindível para o bom andamento da prática pedagógica, através dele se torna efetivamente possível verificar o que ser quer ensinar, como se vai ensinar, quando vai ensinar o que , como se pode avaliar.”Improvisos ás vezes acontecem ,mas não podem virar regra”.
O meu planejamento é realizado da seguinte maneira: plano de ensino e plano de trabalho. Destes são feitos os objetivos bimestrais e semanais para a elaboração do plano de aula.Onde é levado em conta tudo o que ser quer com uma prática efetiva em sala de aula. O planejamento é importantíssimo para que as metas, estratégias sejam ajustadas as reais possibilidades dos alunos. Ao realizarmos o planejamento somos capazes de verificar se estamos caminhando em uma direção correta, propondo atividades de acordo com a necessidades dos alunos, nem tão fácil demais a ponto de não trazer ou suscitar aprendizado , nem tão difícil demais a ponto de desestimular o nosso aluno a realizar o que lhe é solicitado. O planejamento é um norte no nosso dia a dia como educadores nos dando suporte e subsídios para as ações as serem efetivadas. Na rede Municipal de Portão disponho de quatro horas semanais para planejamento das aulas. Já a rede Estadual não tem esta oferta, o planejamento precisa ser efetuado fora do horário de trabalho. Segundo José Cerchi Fusari, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, não há ensino sem planejamento.” Ensinar requer intencionalidade e sistematização.”
Para um bom planejamento é preciso a pesquisa, a criatividade, o estabelecimento prioridades, a flexibilidade, além de conhecer as características dos alunos os conteúdos das séries e os objetivos educacionais da escola. Esta não a primeira vez que faço referência a importância do planejamento e com certeza não será a última, pois vejo ser este um dos carros chefe da prática pedagógica.

Referências:
Ensinar bem é...saber planejar-Revista Nova Escola de Dez.2003

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Evidências e Argumentos

Diferenciar evidências e argumentos, pressupõe perceber que as evidências podem oferecer dúvidas, pois através de argumentos começam a surgir outras evidências que dizia o contrário do que era visto até então. A evidência nos mostra o acontecimento puro, porém este não significa que realmente seja uma verdade.O uso de argumentos fazendo uma análise geral dos fatos, percebendo cada situação com detalhe e argumentando com indícios e novos fatos, buscando argumentar o que ninguém antes havia percebido, mas estavam presentes no contexto e fazem parte da totalidade da situação ocorrida, muitas vezes modifica os fatos.
Precisamos refletir sobre determinadas situações onde já estamos com uma decisão pré -determinada, analisando todo o contexto e não somente fatos isolados, ou seja, as evidências, mesmo que as mesmas apontem fortes indícios podem nos levar a ter uma decisão precipitada dos acontecimentos. Relacionei esta aprendizagem após ter assistido o filme "Doze homens e uma sentença"